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Existe diferença de preço entre comprar uma obra no ateliê e comprar pelo site?

Não. Não existe um preço de balcão diferente do preço do site: o valor publicado em cada obra é a referência única, calculada pela tabela por série e metragem, e vale tanto para quem inicia pelo site quanto para quem negocia direto com a artista, presencialmente ou pelo WhatsApp.

Golden Passage (60 x 80 cm), técnica mista e folha de ouro sobre tela, em ambiente — Alyne Perfeito, Perfeito Studio
Golden Passage (60 × 80 cm) em ambiente — o preço de referência é o mesmo publicado na página da obra, dentro ou fora do site. Perfeito Studio.

Não existe um preço de balcão diferente do site

O medo por trás dessa pergunta é comum: será que aparecer pessoalmente "destrava" um preço menor, do jeito que às vezes acontece numa loja com vendedor de balcão? No Perfeito Studio, não. O valor publicado na página de cada obra — como os R$ 3.500 de Golden Passage (60 × 80 cm, técnica mista e folha de ouro sobre tela) — não é uma tabela cheia pensada para ser negociada para baixo. Ele é calculado por um critério objetivo, a partir da série e da metragem da tela, e vale como referência única para qualquer pessoa interessada, seja no catálogo do site, seja numa conversa direta com a artista.

O que "comprar no ateliê" realmente quer dizer aqui

Não existe, no Perfeito Studio, um ateliê aberto ao público com vitrine e vendedor — a Alyne não mantém um espaço físico de vendas separado, e chamar qualquer local de "showroom do estúdio" seria impreciso. "Comprar no ateliê" descreve, na prática, uma forma de conversa: negociar diretamente com a artista — presencialmente, numa visita agendada, ou pelo WhatsApp — em vez de só folhear o catálogo online. Quem prefere conhecer as obras sem sair de casa também tem essa opção pelo tour virtual do site.

Nos dois casos, a conversa final acontece com a mesma pessoa, pelo mesmo canal de fechamento (WhatsApp), e parte do mesmo valor de referência. O site não é um checkout automático que "acaba" na hora de fechar negócio pessoalmente — ele é só o ponto de partida mais comum, porque reúne fotos, dimensões e preço de todo o acervo num só lugar.

Ver a obra pessoalmente muda alguma condição da compra?

Parte do acervo fica temporariamente exposta na INTI (St. de Habitações Individuais Sul QI 11, Deck Brasil, Lago Sul, Brasília – DF, 71625-240), e a visita é combinada diretamente com a artista pelo WhatsApp. Como a INTI é uma clínica em funcionamento, não há horário de visitação livre — o agendamento existe justamente para não coincidir com o fluxo de atendimento do local.

Ver a obra de perto ajuda a confirmar textura, camadas e cor sob a luz real do ambiente — algo que fotos e mockups aproximam, mas não substituem por completo. O que essa visita não faz é abrir uma segunda tabela de preço: o valor de referência é o mesmo antes e depois de ver a obra pessoalmente, exatamente como para quem decide só pelas fotos do site.

O que de fato é combinado caso a caso — e não depende do canal

A negociação direta com o artista existe, mas o espaço dela normalmente não está no valor da peça, e sim em torno dela: forma de pagamento, prazo, frete ou retirada pessoal em Brasília. Isso vale igual estando você diante da tela ou trocando mensagens pelo WhatsApp — não é a presença física que abre essas conversas, é o fato de a compra ser direta com o ateliê, sem loja física ou intermediário no meio.

O mesmo vale para parcelamento: como detalha o guia de como comprar uma obra no Perfeito Studio, não existe uma tabela pública de parcelas fixas — entrada, número de parcelas e moeda (real ou dólar) são alinhados com a Alyne em cada caso, independentemente de a conversa ter começado numa visita agendada ou direto pelo formulário do site.

O olhar do ateliê

O olhar do ateliê: por que não existe preço de balcão

Não tenho uma loja com vendedor e crachá, então não existe um "preço de balcão" para eu abrir mão dependendo de quem está na minha frente. O valor de cada quadro sai de uma conta que eu mesma fiz — série, tamanho, material — e uso essa mesma conta para todo mundo, esteja essa pessoa na minha frente numa visita agendada ou me escrevendo pelo WhatsApp do outro lado do Brasil.

O que muda de conversa para conversa não é o número na etiqueta, é o resto: como essa pessoa quer pagar, se precisa de mais tempo, se vai levar a obra ou combinar envio. Isso eu resolvo com cada comprador, sempre, porque cada obra sai para uma parede diferente — mas o preço que sustenta a coerência entre todas as peças da mesma série eu não mexo dependendo do canal.

Perguntas frequentes

O preço de uma obra muda se eu comprar no ateliê em vez de pelo site?

Não. Não existe um ateliê aberto ao público com preço próprio — o valor de cada obra vem da mesma tabela por série e metragem, publicada na página da obra, e essa é a referência tanto para quem começa pelo site quanto para quem conversa direto com a Alyne.

Dá para negociar presencialmente que não seria possível pelo WhatsApp?

Não. É a mesma artista e o mesmo processo de negociação nos dois casos — o que é ajustado caso a caso (forma de pagamento, prazo, frete ou retirada) é avaliado do mesmo jeito estando você na frente da obra ou conversando a distância.

O preço publicado no site é o mesmo cobrado numa visita ao ateliê?

Sim. O preço que aparece na página da obra é a referência em qualquer canal — site, WhatsApp ou conversa durante uma visita agendada. Mudá-lo caso a caso quebraria a coerência da tabela entre as demais obras da mesma série.

Ver a obra pessoalmente antes de comprar muda alguma condição de pagamento?

Não diretamente. As condições de pagamento (à vista, parcelado, em reais ou em dólar) são combinadas caso a caso com a artista independentemente de a obra ter sido vista pessoalmente antes — não existe uma tabela pública de parcelas fixas no Perfeito Studio.

Comprar pelo site tem alguma vantagem sobre comprar presencialmente?

A vantagem do site é prática: dá para ver o catálogo inteiro, comparar dimensões e preços com calma, e abrir a conversa já com a obra certa identificada. Mas a negociação final acontece do mesmo jeito nos dois casos — sempre direto com a Alyne, pelo mesmo canal de fechamento.

Quer saber o preço de uma obra específica?

Fale direto com a Alyne pelo WhatsApp — presencial ou a distância, a conversa é a mesma.

Obras disponíveis

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