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O que é um Archive ID numa obra de arte?

Archive ID é o código interno que o Perfeito Studio atribui a cada obra no momento do cadastro — no formato AP-SÉRIE-ANO-NNN, como AP-TAE-2025-001, de Elemental Veins. Ele identifica a peça de forma única, aparece no verso da tela e no Certificado de Autenticidade, e liga a obra à sua página oficial via QR code.

Detalhe da textura de Elemental Veins (AP-TAE-2025-001) — Alyne Perfeito, Perfeito Studio
Detalhe da superfície de Elemental Veins (AP-TAE-2025-001). Cada obra do ateliê recebe seu próprio Archive ID no cadastro, registrado no verso da tela e no Certificado de Autenticidade emitido na aquisição. Acervo Perfeito Studio

De onde vem a prática de numerar cada obra

Atribuir um código único a cada obra não é invenção do Perfeito Studio — é prática recorrente entre ateliês e instituições que cuidam da documentação de acervo artístico. A Joan Mitchell Foundation, referência em gestão de arquivo para artistas visuais, orienta que nenhuma obra deveria sair do estúdio sem estar vinculada a um registro com "Inventory Number (Unique ID)" — um identificador único criado antes mesmo da venda, usado em etiquetas, laudos de condição e documentos de expedição.

Guias de prática profissional como o GYST (Getting Your Sh*t Together) recomendam um formato específico — ano, categoria e número sequencial, como em "13P-023" para a 23ª pintura catalogada em 2013 — e tratam esse inventário como o registro de autoridade da prática do artista. É diferente do catalogue raisonné: uma listagem retrospectiva e publicada da obra completa de um artista, criada pelo próprio artista ou por "produtores" — autores, editores, comitês ou especialistas — para autenticar o mercado. O Archive ID, por comparação, é um número de trabalho interno, criado pelo ateliê no momento em que a peça nasce.

Como o Archive ID do Perfeito Studio é montado

O formato usado no ateliê é AP-<SÉRIE>-<ANO>-<NNN>. "AP" identifica o ateliê (Alyne Perfeito); o bloco de três letras marca a série; o ano é o de conclusão da obra; e os três dígitos finais são a posição da peça na sequência daquela série — um número corrido que não reinicia a cada ano novo.

  • HOC — Heart of Chaos
  • MAS — Matter & Silence
  • LMR — Luminous Rebirth
  • BNG — Black & Gold
  • TAE — Terra & Ether

Na prática: AP-TAE-2025-001 é Elemental Veins, a primeira obra registrada na série Terra & Ether, concluída em 2025. O número não descreve tamanho, preço ou técnica: só a posição da obra dentro do arquivo do ateliê.

Onde o código aparece, da tela ao certificado

O Archive ID nasce no cadastro da obra e passa a acompanhá-la fisicamente e por escrito. No verso da tela, ele fica registrado junto da assinatura, do título, do ano e da técnica — a mesma etiqueta permanente que qualquer prática de conservação recomenda para uma obra original. No Certificado de Autenticidade emitido na aquisição, o Archive ID entra como campo próprio ao lado da ficha técnica completa, e o QR code impresso no certificado aponta de volta para a página oficial daquela obra em perfeito.studio — o mesmo endereço que o código identifica.

Archive ID não é o certificado — o que cada um cobre

O código sozinho não autentica nada: ele identifica. O Certificado de Autenticidade é o documento que reúne título, série, ano, técnica, dimensões, imagem da obra, assinatura da artista e o próprio Archive ID num único registro assinado — o instrumento que de fato confirma a autoria. O Archive ID é a chave que permite localizar, dentro desse arquivo maior, exatamente qual obra está sendo tratada, sem depender do título (que pode se repetir entre séries) ou da memória de quem vendeu ou comprou a peça.

O que acontece com o código numa revenda futura

O Archive ID é vitalício e segue a obra, não o proprietário. Se a peça for revendida, o número permanece o mesmo — é o elo que liga o novo dono ao registro original do ateliê e ao histórico de procedência da obra, independentemente de quantas vezes ela troque de mãos. Mudar o código a cada venda derrubaria justamente a função que ele cumpre: permitir rastrear uma obra específica ao longo do tempo.

O olhar do ateliê

O olhar do ateliê

Antes de pintar, eu desenhava — e quem projeta espaço aprende cedo que nada se mantém de pé sem numeração e registro: planta, memorial, cada peça do projeto rastreável até a origem. Trouxe esse hábito para o ateliê. Cada tela que sai daqui carrega o Archive ID desde o primeiro dia, escrito no verso antes mesmo de eu decidir se aquela composição vai virar Terra & Ether ou Heart of Chaos. Não é burocracia por burocracia: é a mesma lógica de quem sabe que, daqui a dez anos, alguém pode perguntar "essa tela é mesmo do Perfeito Studio?" — e eu quero que a resposta esteja escrita na própria obra, não só na minha memória.

Perguntas frequentes

O que é o Archive ID de uma obra do Perfeito Studio?

É o código de identificação interno que o ateliê atribui a cada obra no momento do cadastro, no formato AP-SÉRIE-ANO-NNN. AP identifica o ateliê (Alyne Perfeito), as três letras seguintes marcam a série (por exemplo TAE para Terra & Ether), o ano é o de conclusão da peça e os três dígitos finais indicam sua posição na sequência daquela série. Elemental Veins, por exemplo, é AP-TAE-2025-001. O código acompanha a obra no verso da tela e no Certificado de Autenticidade emitido na aquisição.

Todo artista usa um sistema de Archive ID ou é algo raro?

Não existe uma norma obrigatória do mercado de arte, mas atribuir um número de inventário único a cada obra é prática amplamente recomendada por instituições de gestão de acervo, como a Joan Mitchell Foundation, que orienta o artista a nunca deixar uma peça sair do estúdio sem um registro vinculado. É diferente do catalogue raisonné — listagem retrospectiva publicada, geralmente compilada por especialistas ao longo ou depois da carreira. O Archive ID do Perfeito Studio segue a lógica do inventário próprio de ateliê, com formato específico da casa.

Para que serve esse código na prática, além de identificar a obra?

Na prática, o Archive ID evita ambiguidade quando duas obras têm títulos parecidos ou pertencem à mesma série, permite localizar rapidamente a ficha técnica de uma peça específica no arquivo do ateliê, e é o dado que liga fisicamente a tela — onde o código está escrito no verso — ao Certificado de Autenticidade e ao QR code que aponta para a página oficial da obra, o caminho que confirma procedência anos depois da venda, mesmo que documentos avulsos se percam.

O Archive ID substitui o certificado de autenticidade?

Não. O Archive ID é um identificador; o Certificado de Autenticidade é o documento completo — assinado pela artista, com ficha técnica, imagem da obra e o próprio Archive ID como um dos campos. Um número sozinho, sem o certificado, não prova autenticidade nem transfere garantia nenhuma. É o certificado, emitido pelo estúdio no momento da aquisição, que efetivamente autentica a obra; o código é a chave que localiza essa obra dentro do arquivo maior do ateliê.

O código muda se a obra for revendida no futuro?

Não. O Archive ID é atribuído uma única vez, no cadastro da obra, e permanece o mesmo para sempre — inclusive se a peça mudar de proprietário. É justamente essa permanência que torna o código útil como referência de procedência: continua sendo possível verificar, anos depois de uma revenda, que aquela tela específica corresponde ao registro original do ateliê, pelo mesmo número gravado no verso e no certificado emitido na primeira aquisição.

Fontes

  1. Joan Mitchell Foundation — 2026-08-08
  2. GYST (Getting Your Sh*t Together) — 2026-08-08
  3. Masterworks Fine Art News — 2026-08-08

Quer conferir o Archive ID de uma obra específica?

O estúdio responde rápido pelo WhatsApp — pode perguntar sobre o código, o certificado ou a procedência de qualquer peça do acervo.

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